domingo, 6 de janeiro de 2013

Os Besouros Cafundó em uma noite zuruó.


Uma noite resumida em 2 horas de mucambo cafundó dos Selvanges APDL e 4 horas de Beatles, mais uma variedade de drinks pra deixar a cabeça de qualquer um girando. Vamos ao fatos.

E lá estava-me-eu, no primeiro evento INDIEposerCORE de 2013, ouvindo de longe os mucambo cantando. Quando cheguei fiquei chocado, porque me falaram que Selvagens à Procura de Lei tinham duas horas de repertório, certo que só fiquei esperando pelas a mais conhecidas e enjoativas, "Mais Um Viado No Seu Carnava"l e a outra lá que fala dos mucambo, que por sinal foi super legal e a que finalizou o show deles, pra variar, que por sinal de novo foi muito foda, bem legal mesmo. A galera invadindo o palco, pegando microfone e invocando o demon lá no palco, e eu de superstar lá em cima com um saco na cabeça e galera tirando foto minha, me senti pop na rave.

Ainda reencontrei galera que não falava há muito tempo, gente do papo TV (sim eu era do papoTV, desculpa sociedade) e gente dos interiores, esses pessoal gente da gente saca? Foi super duper a galera toda por lá, e bebidas fora a parte, porque foi um coquetel que fizemos, com direito a explosão de champagne pra comemorar a virada do ano, só um pouco atrasada, mas ninguém ligou porque estava a galera reunida, e podia poitar de boa.

E após os mucambos tocarem foram cuatro horas de Beatles, e eu morria e não sabia que eles tinham 4 horas de Media Player, (de novo, desculpa sociedade) é sério! Eu nem percebi quatros horas passando. Pra mim Beatles é só "Submarino Amarelo" e pronto, cabo Os Besouros, cabô.  José Onofre me acompanhou e entrou no ritmo quando começou a "yellow submarine", quer dizer, todos acompanharam a música, menos a Waleska que foi pro Canadá, literalmente... a pichinha, ajudei ela e continue com minha promessa de não mandar ela morrer.

ENFIM, a noite foi vibe geral bruta, tanta vibe que a galera não queria ir pra casa, e ficamos migrando nos bares nos arredores do benfica, que foi onde dei Check In, pra dizer onde estava. Mas parecia que Thor tinha outros planos para nós, porque todo bar que a nós íamos estava fechando ou fechado, e então o que restou a fazer? Pegar um ônibus e ir pro Fafi? Neeeem... se fosse há 2 anos aposto que essa tinha sido a primeira opção, mas agora todos meus amigos são responsáveis e quando eles estão bêbados e não tem mais bar pra beber, vão pra casa! ~obrigado Fortaleza~

E assim ficou e terminou a naite. Foi-se-me-yay-nos embora, eu e o casal Onofre num táxi que o taxista me lembrava o Roberto Cláudio ou eu já tinha alcançado o nirvana alcóolico, não sei. Só sei que cheguei em casa são e salvo, preparei um pão com queijo e com um copo d’água pra ajudar a descer. Depois disso o mundo girou e dormi.

E assim mais um sábado foi salvo, graças a Hypnose e ao São Braz com participação da Brahma um Cereser pra tira gosto.

Bye guys, and fuck around.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Mossohell, parte I.


É isso ai, ressuscitei, porque estive no inferno e voltei, deveras mesmo! Vamos falar sobre Mossohell  (Mossoró/RN).

O lance já começou com o cara que me vendeu a passagem e colocou meu nome errado, não sei de onde ele leu Souza no meu RG, enfim. No dia do embarque, até que a rodoviária não estava aquele caos todo, como é fim de ano, foi até tranquilo trafegar por lá, só tinha que ter cuidado pra não pisar nas baratas que tinha por lá, porque elas são de casa.

Enfim, passagem comprada e se não eu e minha insegurança eu e o Felipe tinha perdido o caralho do ônibus, e o FDP do motorista nem pra avisar que ia passar em Mossoró avisou. O co-piloto ou estagiário lá que estava com ele ainda falou “Ai cara, tu não grita avisando, o pessoal vai acabar perdendo o ônibus” e o FDp respondeu “eu não tenho que gritar nada, se quiser  eles que venham”, só olhei pra ele e pronto, só isso mesmo, não tinha o que fazer nada com o cara, o cara que ia me levar pro hell lá.

Após entrar no ônibus e se acomodar,  tirei meu celular e procurei se tinha WI FI no ônibus, pobre iludido de mim, mas deu certo, só não deu pra fazer check in, que é meu vício agora. Ainda passei por Miss Jane (messejana) sem saber que tava passando por lá, só descobrir porque vi o nome de alguma escola lá e tinha messejana no meio. Depois de 70 minutos de viagem, não aguentei mais ficar sem fone, porque tinha uma mulher tagarelando direto na frente, dizendo que ia comprar toda casa de barro que via pela frente, e uma criança chorando quilos e quilos de lágrimas, ai não aguentei não cara.. coloquei meu fone e deixei o aleatório rolar e fiquei zen.

Só fui dar conta de vida exterior de novo quando passei por Aracati, bem 2 horas depois e lembrei da baratônica da Brendda com dois D, e deslembrei dela porque sabia que ela não ia subir naquele ônibus, e lembrei de Canoa Quebrada e lembrei que o resto do pessoal iam todos pra lá na virada e ai deslembrei de novo.

Depois disso, de 20 minutos de Miss Jane + 70 minutos de criança chorando e velha tagarelando (detalhe pro piercing do nariz da velha, e da amiga dela que ligou pra filha pra limpar as panela porque ia ter visita em casa) + 2 horas de sono ao som de QOTSA, Paramore, Foals e Interpol, acordei sem peso na consciência, e olhei na janela depois e vi “civilização” avistei mais de 5 prédios e caiu minha ilusão de que em Mossohell não tinha prédio. 

Enfim cheguei na rodoviária de Mossohell, e PÁ choque térmico truou brutamente, que puta que pariu, eu passei dos 20° para os 34° brincando, quase que bate uma trombose.. enfim.. foi tudo muito bom, tudo muito bem, tarde bem relax na casa do Derick, assistindo seriado e Beetle Juice – Beetle Juice – Beetle Juice.. mas a noite foi bem zuruó..

[to be continued]

Bye guys, and fuck around.