Guaratilombra.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Dezesseiscore.
Toda pessoa, animal, ser vivo e derivados tem aquela idade, ou fase, que sempre recorda e fala "legal era quando..." e lá vai falar da sua infância anos 90 e et cetera. Mas comigo, nada superou meus dezesseis anos, sério mesmo. Não foi meu ano que fiz mais merda, ou que fiz tudo o que queria, mas foi o que eu realmente aproveitei mais, então, vamos aos fatos.
Naquela época, eu era muito skatecore e punk.. pop, não curtia, e nem curto, muito esse lance de roqueiro-punk-anarquia-HOI-HOI/moicano/demonho-eu-sou. Curtia e curto mais as vibes das bandas anos 90. Andava largadão mesmo, bermudão, camisa de banda, cabelo bagunçado, alargador truando (escondido dos pais), meu rosto ta a mesma bosta que era desde os meus 15 anos, e a única cosia que muda são as posição das espinhas, meu cabelo e um projeto de barba/cavanhaque/bigode. Ah! Eu fazia crisma. Pois é, minha crisma.. só fui pro primeiro dia de crisma, e ainda me lembro dos professores perguntaram para cada um da sala, qual o motivo que fez tal pessoa ir pra lá, e ainda me lembro de todos falando que foi Deus, ou a paz no espírito que tinha quando chegava lá, ou que já tava enjoada de baixar o caboclo nos terreiros, outros falavam que era para aprender coisas novas, outros para ser catequistas, e eu falei que minha vó me forçou... não, não falei... mas ficou na ponta da língua. Enfim, essa lance de crisma só era legal porque tipo, eu gaziava a aula de crisma, GAZIAR CRISMA! Meu Deus... pois é, gaziava pra andar de skate com a galera. Passava a tarde quase toda fazendo drible de skate enquanto o resto do pessoal fazia Le Pakour, que na época achava que era preparatório pra ladrão, já hoje, descobri que é só uma cadeira pra faculdade cujo nome é Introdução a Invasão e Furtos em Residência e Fuga Policial. Depois de toda a vibe lá no pólo de lazer, skatezinando, eu voltava pra casa pingando suor, sorte que minha mãe nunca desconfiou que eu gaziava, sei que não durou muito tempo, deu uns 3 meses eu saí, porque não gosto de enganar Deus.
Já meus sábados era pura alegria nos encontros no shopping com pessoal, pra "azarar as menenenha tudo", mas que a verdade seja dita, ninguém azarava porque éramos cagões (agora só restou eu) e não chegávamos em ninguém. Mas legal era quando rolava encontro da galero do PAPO TV. Ali foi uma época muito foda cara, que o pessoal se encontrava e tipo, ninguém chamava pelo, era só pelo o apelido do chat, "muita viají", teve nome de pessoas que só fui descobrir tempo depois quando adicionava no Orkut, (é, Orkut) e tipo, ainda coloca o nome e o apelido do Chat. Depois que começaram esses encontros, a ponte metálica nunca voltou a ser a mesma. O legal que o pessoal era tudo junto, aglutinado mesmo, sem justaposição, tribos diferentes e tudo mais. Foi a época que descobri o etílico. Me lembro também que a galera comprava uma garrafa de vinho pra 5 pessoas, depois de uns 2~3 copos eu já tava tri-louco cantando Stay Together For Kids pra todo mundo que quisesse ouvir, era uma vibe legal. No princípio, era legal, tranquilo, mas depois com a globalização e a pirangagem de "lekes-piranha", foi aumentando deficit de pessoas cool aqui na cidade de Fortaleza Bela, o lugar foi ficando acabado e perdendo o interresse do galero. E foi depois disso que descobri os festivais de bandas underground de fundo de poço daqui.
A vibe desses festivais era muito trash cara, ingresso no máximo era 2 conto (a meia), e era 5~6 horas de música, roda punk, chiqueiro, vinho, direto. Os mais fodas era os festivais do Panela Rock, que rolava nos pólo de lazer e derivados, mas o "show" mais trash que eu fui, com todo certeza foi o que a galera da banda (nem lembro se a banda tinha nome) de uma amiga minha, alugou um quarto de uma casa, e cobrou 2 conto a entrada. Era um quarto, com os instrumentos todos armados lá, e tipo, o quarto tinha uma janela que dava pro meio da rua, então traduzindo, a rua era o camarote, e era de graça. Mas como eu nunca fui muito de gostar de camarote, paguei 2 conto pra pirar na sala de um desconhecido, com músicas de uma banda que eu nunca tinha ouvido, só pra participar das roda punk e bater cabeça, porque era muito \m\.
Se eu falar que não me arrependo de nada que fiz nos meus 16 é mentira, porque eu poderia ter demorado mais tempo com braço quebrado e ter faltado mais uma semana de aula no meu 2°ano, poderia ter ficado mais com Sâmia se não fosse tão prego e lesado, poderia ter ido para mais shows escondido e acabaria conhecendo o bairro da Serrinha (mentira, isso eu não me arrependo não, muita bala por lá).
Enfim, é isso, me arrependo de coisa que aproveitei, mas que poderia ter aproveitado mais. Me bate uma chatiação dessas pessoas que nega "suas origens", nega como era antes e tenta esconder ao máximo e se sente envergonhado quando outros descobrem. Isso é muita hipocrisia, no meu ponto de vista. Cara, a adolescência é algo tão fodido que, pelo menos pra mim, foi a fase que eu mais esperei, porque eu com 9 anos já me achava pré-adolescente, só pra ter o prazer de falar adolescente (adolescente é uma palavra escrota e legal de ser falada direto), e também é a fase de que eu mais sinto falta, porque as suas histórias entre 14~17 anos são as mais interessantes e aquelas que você sempre vai ter uma pra lembrar pra contar pros seus filhos, netos, ou pessoas que passarem na rua e não lhe der esmola. Saindo do suco de caju e indo pra cajuína, não tem como eu escutar Adam's Song, do Blink 182, (que por sinal é a música mais fodida que existe na opinião dos meus ouvidos e meus 4 olhos) e ficar brisando, principalmente quando escuto o Mark, lindamente cantando "16 just held such better days" . Tenho orgulho mesmo do que fui nessa época que foi o que me tornou agora. Enfim, foi bom a nostalgia desse post. Não chorem ou me denuncie.
Bye guys, and fuck around.
Naquela época, eu era muito skatecore e punk.. pop, não curtia, e nem curto, muito esse lance de roqueiro-punk-anarquia-HOI-HOI/moicano/demonho-eu-sou. Curtia e curto mais as vibes das bandas anos 90. Andava largadão mesmo, bermudão, camisa de banda, cabelo bagunçado, alargador truando (escondido dos pais), meu rosto ta a mesma bosta que era desde os meus 15 anos, e a única cosia que muda são as posição das espinhas, meu cabelo e um projeto de barba/cavanhaque/bigode. Ah! Eu fazia crisma. Pois é, minha crisma.. só fui pro primeiro dia de crisma, e ainda me lembro dos professores perguntaram para cada um da sala, qual o motivo que fez tal pessoa ir pra lá, e ainda me lembro de todos falando que foi Deus, ou a paz no espírito que tinha quando chegava lá, ou que já tava enjoada de baixar o caboclo nos terreiros, outros falavam que era para aprender coisas novas, outros para ser catequistas, e eu falei que minha vó me forçou... não, não falei... mas ficou na ponta da língua. Enfim, essa lance de crisma só era legal porque tipo, eu gaziava a aula de crisma, GAZIAR CRISMA! Meu Deus... pois é, gaziava pra andar de skate com a galera. Passava a tarde quase toda fazendo drible de skate enquanto o resto do pessoal fazia Le Pakour, que na época achava que era preparatório pra ladrão, já hoje, descobri que é só uma cadeira pra faculdade cujo nome é Introdução a Invasão e Furtos em Residência e Fuga Policial. Depois de toda a vibe lá no pólo de lazer, skatezinando, eu voltava pra casa pingando suor, sorte que minha mãe nunca desconfiou que eu gaziava, sei que não durou muito tempo, deu uns 3 meses eu saí, porque não gosto de enganar Deus.
Já meus sábados era pura alegria nos encontros no shopping com pessoal, pra "azarar as menenenha tudo", mas que a verdade seja dita, ninguém azarava porque éramos cagões (agora só restou eu) e não chegávamos em ninguém. Mas legal era quando rolava encontro da galero do PAPO TV. Ali foi uma época muito foda cara, que o pessoal se encontrava e tipo, ninguém chamava pelo, era só pelo o apelido do chat, "muita viají", teve nome de pessoas que só fui descobrir tempo depois quando adicionava no Orkut, (é, Orkut) e tipo, ainda coloca o nome e o apelido do Chat. Depois que começaram esses encontros, a ponte metálica nunca voltou a ser a mesma. O legal que o pessoal era tudo junto, aglutinado mesmo, sem justaposição, tribos diferentes e tudo mais. Foi a época que descobri o etílico. Me lembro também que a galera comprava uma garrafa de vinho pra 5 pessoas, depois de uns 2~3 copos eu já tava tri-louco cantando Stay Together For Kids pra todo mundo que quisesse ouvir, era uma vibe legal. No princípio, era legal, tranquilo, mas depois com a globalização e a pirangagem de "lekes-piranha", foi aumentando deficit de pessoas cool aqui na cidade de Fortaleza Bela, o lugar foi ficando acabado e perdendo o interresse do galero. E foi depois disso que descobri os festivais de bandas underground de fundo de poço daqui.
A vibe desses festivais era muito trash cara, ingresso no máximo era 2 conto (a meia), e era 5~6 horas de música, roda punk, chiqueiro, vinho, direto. Os mais fodas era os festivais do Panela Rock, que rolava nos pólo de lazer e derivados, mas o "show" mais trash que eu fui, com todo certeza foi o que a galera da banda (nem lembro se a banda tinha nome) de uma amiga minha, alugou um quarto de uma casa, e cobrou 2 conto a entrada. Era um quarto, com os instrumentos todos armados lá, e tipo, o quarto tinha uma janela que dava pro meio da rua, então traduzindo, a rua era o camarote, e era de graça. Mas como eu nunca fui muito de gostar de camarote, paguei 2 conto pra pirar na sala de um desconhecido, com músicas de uma banda que eu nunca tinha ouvido, só pra participar das roda punk e bater cabeça, porque era muito \m\.
Se eu falar que não me arrependo de nada que fiz nos meus 16 é mentira, porque eu poderia ter demorado mais tempo com braço quebrado e ter faltado mais uma semana de aula no meu 2°ano, poderia ter ficado mais com Sâmia se não fosse tão prego e lesado, poderia ter ido para mais shows escondido e acabaria conhecendo o bairro da Serrinha (mentira, isso eu não me arrependo não, muita bala por lá).
Enfim, é isso, me arrependo de coisa que aproveitei, mas que poderia ter aproveitado mais. Me bate uma chatiação dessas pessoas que nega "suas origens", nega como era antes e tenta esconder ao máximo e se sente envergonhado quando outros descobrem. Isso é muita hipocrisia, no meu ponto de vista. Cara, a adolescência é algo tão fodido que, pelo menos pra mim, foi a fase que eu mais esperei, porque eu com 9 anos já me achava pré-adolescente, só pra ter o prazer de falar adolescente (adolescente é uma palavra escrota e legal de ser falada direto), e também é a fase de que eu mais sinto falta, porque as suas histórias entre 14~17 anos são as mais interessantes e aquelas que você sempre vai ter uma pra lembrar pra contar pros seus filhos, netos, ou pessoas que passarem na rua e não lhe der esmola. Saindo do suco de caju e indo pra cajuína, não tem como eu escutar Adam's Song, do Blink 182, (que por sinal é a música mais fodida que existe na opinião dos meus ouvidos e meus 4 olhos) e ficar brisando, principalmente quando escuto o Mark, lindamente cantando "16 just held such better days" . Tenho orgulho mesmo do que fui nessa época que foi o que me tornou agora. Enfim, foi bom a nostalgia desse post. Não chorem ou me denuncie.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
A porta do quarto 217.
" A curiosidade matou o gato, meu caro redrum, a sastifação trouxe-o de volta são e salvo, dos pés à cabeça, da cabeça aos pés ele estava são e salvo. Sabia que essas coisas são como filmes de terror, não podem feri-lo, mas ó meu Deus, que dentes grandes você tem vovó, e isso é um lobo fantasiado de Barba Azul ou um Barba Azul fantasiado de lobo e eu estou tão contente por você ter perguntado, porque a curiosidade matou aquele gato e foi a esperança de sastifação que o trouxe de volta. (...) Por obséquio, diga-me: Porque o corvo se parece com uma mesa? "
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Sem drama com sorvete de pinha.
Voltei, só por voltar, porque precisava voltar, enfim, faz tempo que não conto as vibes da galera, mas é porque esse final de semana mereceu, vamos aos fatos.
Cara, é foda esse lance de pobresa absoluta, tipo, faz duas semanas que estou sendo a bitch dos meus amigos. Todos me bancando (e eu grito aleluia por isso), por isso minha sexta feira se resumiu a ficar em casa assistindo O Poderoso Chefão III e terminar a trilógia. O filme é PSY mesmo, fica a dica ai pra quem não assistiu e gosta de bala truando e uma musiquinha italiana de fundo. Enfim, a alegria veio no sábado, que rolou um puta show mesmo da banda Talma & Gadelha. Muito foda o som dos caras (e as donas da banda), vale a pena dar uma sacada, no site da banda lá. Depois de muita piração com sorvete de pinha, fui tirar uma foto com a Botarelli e gamei. Acho que vou começar a ter sonhos com ela, enfim, logo após foi a hora do show dos Garotos Solventes/Benzina/et cetera, que foi mais piração, tanta que eu fui lá pro meio da galera. Eu tava com um pequeno medo de levar outro murro na cara e ficar, de novo, com o olho roxo por motivo/causa/circunstância desconhecida. Acabei chegando la na roda punk piração/old school de óculos e tudo e nem me toquei que tava de óculos. Foda foi que assim que cheguei de braços levantados, vibrando e tudo mais, o baixista fez a FDPzagem de ficar tacando o braço do baixo na galera e papocou 1 HIT na minha mão que ficou puta inchada, ó meus irmãos, mas não deixei barato, subi no palco e fiquei dançando lá, até vim um doido e me jogar na galera, enfim, foi viají, e eu só tava nessa vibe porque peguei um Samsung de Limão extra forte blastoise, que me fez ficar até o fim do show lá de frente no palco vibrando e apanhando. Uma coisa legal é que na hora de ir pra esses show, você fica lá vibrando, apanhando, batendo, vomitando e outros "andos" no meio da galera, mas no outro dia, quando você acorda e pergunta, "terminaram o MetroFor? que acho que um metrô me atropelou.." e fica ai todo quebrado, andando torto, e vindo trabalhar resmungando que a mão tá doendo, só digo uma coisa pra vocês: "doido, tá vendo o tamanho daquele prédio ali? vish que piração.."
Pois é, depois desses show HC e zencore, foram todos os rangers lá pro bar do libanês beber cerveja mexicana com amendoin e cenoura, mas tava tão deprê de fome que paramos numa lojinha que tinha ali por perto pra compra esfirra, ser capitalista e essas coisas toda. Se as pessoas tivessem a coragem, e liseira, que eu tinha no momento, eles me acompanhariam e ia em direção a porta até chegar lá e eu grita RUN FOREST, RUN! para não pagar a conta, mas não, tive que pagar tudo no cartão e ser um capitalista decente. Outra dica crianças, nunca solicite um cartão de crédito, eles são feitos pelo demônio da encruzilhada, depois disso, você só tem mais 10 anos de vida e puff.. cabô. Se tiver feito ligue para o SAC e tente falar com Sam ou Dean, eles saberam o que fazer.
Voltando do universo paralelo, chegamos lá no libânes com a cara, a coragem e a sede truando, e 10 minutos depois o sono atacando. O "energético" do Samsung de limão tinha passado o efeito já em mim e sei que só foi o tempos de 4 brejas para ir pegar um táxi e ir rumo a cama dormir, porque domingo é dia do senhor e o único pecado que pode quebrar nesse dia é o da gula, quando vai família toda pra casa da minha vó e ela faz lasanha.
O meu domingo começou, tristemente, com um drama. Fui acordado por um negro de dread e não me lembrava de como ele tinha parado ali, enfim, não, não sou gay, sou bandida, HA! apareceu lá um drama PSY mesmo, que me fez ter um inquilino lá em casa agora. A parte legal é quenão tem remédio melhor pra ressaca do que você fazer uma mudança, num domingo 10 horas da manhã. Foi muita emoção na hora, o carro parecia o caminhão do Gugu, com guarda roupa, PC, mesa, absorvente, cadeiras, et cetera. Só não tinha a barraca do Gugu, porque de barraca já tem muito o que falar. Sei que depois de tudo pronto, tudo armado lá em casa, meu quarto agora virou lan house (muita emoção cara), vou nem dizer que o Geladin chorou lá agradecendo ontem à noite porque isso não é coisa que faça.
Passei um tempo sem escrever aqui e tenho agora uma pilha de história pra contar aqui, o que tá faltando e coragem e empolgação, mas vou arranjar isso, enquanto isso...
Bye guys, and fuck around.
Cara, é foda esse lance de pobresa absoluta, tipo, faz duas semanas que estou sendo a bitch dos meus amigos. Todos me bancando (e eu grito aleluia por isso), por isso minha sexta feira se resumiu a ficar em casa assistindo O Poderoso Chefão III e terminar a trilógia. O filme é PSY mesmo, fica a dica ai pra quem não assistiu e gosta de bala truando e uma musiquinha italiana de fundo. Enfim, a alegria veio no sábado, que rolou um puta show mesmo da banda Talma & Gadelha. Muito foda o som dos caras (e as donas da banda), vale a pena dar uma sacada, no site da banda lá. Depois de muita piração com sorvete de pinha, fui tirar uma foto com a Botarelli e gamei. Acho que vou começar a ter sonhos com ela, enfim, logo após foi a hora do show dos Garotos Solventes/Benzina/et cetera, que foi mais piração, tanta que eu fui lá pro meio da galera. Eu tava com um pequeno medo de levar outro murro na cara e ficar, de novo, com o olho roxo por motivo/causa/circunstância desconhecida. Acabei chegando la na roda punk piração/old school de óculos e tudo e nem me toquei que tava de óculos. Foda foi que assim que cheguei de braços levantados, vibrando e tudo mais, o baixista fez a FDPzagem de ficar tacando o braço do baixo na galera e papocou 1 HIT na minha mão que ficou puta inchada, ó meus irmãos, mas não deixei barato, subi no palco e fiquei dançando lá, até vim um doido e me jogar na galera, enfim, foi viají, e eu só tava nessa vibe porque peguei um Samsung de Limão extra forte blastoise, que me fez ficar até o fim do show lá de frente no palco vibrando e apanhando. Uma coisa legal é que na hora de ir pra esses show, você fica lá vibrando, apanhando, batendo, vomitando e outros "andos" no meio da galera, mas no outro dia, quando você acorda e pergunta, "terminaram o MetroFor? que acho que um metrô me atropelou.." e fica ai todo quebrado, andando torto, e vindo trabalhar resmungando que a mão tá doendo, só digo uma coisa pra vocês: "doido, tá vendo o tamanho daquele prédio ali? vish que piração.."
Pois é, depois desses show HC e zencore, foram todos os rangers lá pro bar do libanês beber cerveja mexicana com amendoin e cenoura, mas tava tão deprê de fome que paramos numa lojinha que tinha ali por perto pra compra esfirra, ser capitalista e essas coisas toda. Se as pessoas tivessem a coragem, e liseira, que eu tinha no momento, eles me acompanhariam e ia em direção a porta até chegar lá e eu grita RUN FOREST, RUN! para não pagar a conta, mas não, tive que pagar tudo no cartão e ser um capitalista decente. Outra dica crianças, nunca solicite um cartão de crédito, eles são feitos pelo demônio da encruzilhada, depois disso, você só tem mais 10 anos de vida e puff.. cabô. Se tiver feito ligue para o SAC e tente falar com Sam ou Dean, eles saberam o que fazer.
Voltando do universo paralelo, chegamos lá no libânes com a cara, a coragem e a sede truando, e 10 minutos depois o sono atacando. O "energético" do Samsung de limão tinha passado o efeito já em mim e sei que só foi o tempos de 4 brejas para ir pegar um táxi e ir rumo a cama dormir, porque domingo é dia do senhor e o único pecado que pode quebrar nesse dia é o da gula, quando vai família toda pra casa da minha vó e ela faz lasanha.
O meu domingo começou, tristemente, com um drama. Fui acordado por um negro de dread e não me lembrava de como ele tinha parado ali, enfim, não, não sou gay, sou bandida, HA! apareceu lá um drama PSY mesmo, que me fez ter um inquilino lá em casa agora. A parte legal é quenão tem remédio melhor pra ressaca do que você fazer uma mudança, num domingo 10 horas da manhã. Foi muita emoção na hora, o carro parecia o caminhão do Gugu, com guarda roupa, PC, mesa, absorvente, cadeiras, et cetera. Só não tinha a barraca do Gugu, porque de barraca já tem muito o que falar. Sei que depois de tudo pronto, tudo armado lá em casa, meu quarto agora virou lan house (muita emoção cara), vou nem dizer que o Geladin chorou lá agradecendo ontem à noite porque isso não é coisa que faça.
Passei um tempo sem escrever aqui e tenho agora uma pilha de história pra contar aqui, o que tá faltando e coragem e empolgação, mas vou arranjar isso, enquanto isso...
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)








