quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Status: bebendo coca-cola numa roda de cerveja.

   Essa quarta feira foi algo assim, tipo, muita, muita mesmo, de verdade, sem brincadeira, nóia páca ralho. Vamos aos fatos.
   Eu nem ia vim pro trampo, vim por motivo de força maior (meu atestado expirou), e ainda vim porque eu tava na esperança de ir embora cedo, porque na minha mente, eu ia para o dentista fazer sabe-se lá o que, sei que depois que foi cair a ficha que o meu dente mexeu tanto com meu subconsciente, que eu já estava imaginando coisas. Pois é, tive que aturar as oito horas comerciais do trabalho, e ir pra faculdade. Quero compartilhar uma coisa legal sobre o dinheiro pra vocês, ELE É UM PUTO QUE VAI EMBORA QUANDO A GENTE MAIS PRECISA DELE! vocês e ele lambem "minhas cherres".
   Mais tarde quando cheguei na faculdade pra fazer a prova da aula (sinta a ironia) mais foda, agitada que eu tenho, e que não iria fazer chicochaviermente porque enfim, não vou divulgar meus dotes fuckitivos ( sinônimo de pesca) aqui. Sim voltando ao blá blá blá lá, fui fazer a prova e queria terminar ela em 30 minutos, mas a prova era daquele tipo, que você tem que enrolar o professor com comentários que faça ele pensar que você é um coorporativista HC mesmo ou então um hippiecore revoltado, sempre opto pelo hippie, tudo ocorreu bem, sai a tempo de ir ver o festival de filmes universitários que tava rolando num shopping qualquer ali por perto de Asgard, e quando chego lá, eu na ilusão de achar que o pessoal ia assistir os filmes, PÁ! vão beber no pitomba's bar, e minha depressão anti-drinks atacou, então fui assistir os filmes alone in the dark, literalmente.
   Cara, os filmes são muito, muito, não é pouco não, é muito mesmo, SEM NOÇÃO, que é muita viagem! Tanta viagem, que eu tava assistindo um documentário que estava falando sobre sei lá que porra era, algo sobre Israel, Irã, uns demonhos árabes ai, das guerras e tudo mais mas tudo que eu ouvia era blá blá blá Whiscas Sache blá blá blá..  sei que meus olhos estava assistindo o documentário mas meus ouvidos focava na sala do lado, que tenho quase certeza de que tava passando Atividade Paranormal 3. Era um filme mais trashcorepower que o outro, esses pré-cineastas e et cetera, são muito random, porque de um documentário de um lugar que tá rolando guerras e derivados, do nada passa para um filme que é bem espontâneo, e engraçado e com aquele linguajar de "gente da gente" mesmo, não dar para esquecer do pivete falando "ESSA, ESSA PREFEITA NÃO PRESTA, SÓ QUER SABER DE PARADA GAY, DOMINGOS OLÍMPIO E REVEILLON! VOU DAR UM MERGÚI PRA VOCÊ PREFEITA!" foi o filme mais grindcore que eu vi naquele festival, com as cenas de amor de um casal puritano da laje, se pegando no bar, com duas KS de Sprite com umas Katia ao som de Leonardo, e foi tipo, não sabia se sorria, se chorava, se tinha nojo, ou se achava bonito aquela prévia de entra-e-sai-entra-e-sai que eles estavam fazendo. Ai pronto, vem o filme que se chama CÃO, na minha mente já veio o Belzebas, Lúcifer, ai logo pensei que ia ser um com cenas psicopatas e tudo mais, esse lance zen saca? Mas passou o filme única coisa de fora do normal que passa é um cara que tem um "corim" (pele) a mais entre os dedos e tudo mais, ai rola um zoom pra mostrar e PÁ... cabô, cabô, nesse ai fiquei com raiva, que não honrou o nome do filme, Jesus sorriu quando olhou e apareceu os créditos do filme lá. Enfim, depois de uma "maratona" de filmes tensos, fui-me-yay pro pitomba's bar, porque fizeram um puta drama ligando, dizendo que tava lá sozinho e tudo mais, ai quando chego lá, 4-caras-de-cerva móis filhos de Marlons, que me chamam pra ver o eles bebendo, discutindo sobre Hitler e seu bigodinho, o de cima, o bigodinho de baixo Deus foi maior e não deu essa idéia para eles entrar em discussão também, entretanto falaram de tudo quando era facismo, eu simplesmente olhei e imaginei, "eu pego corda assim também quando bebo?" sei que depois de Mussolini e Vargas eles peidaram e pediram outra cerveja, eu com a minha angústia de está afim de beber algo, pedi uma coca-cola gelada, no ponto showcante mesmo, bem horrorshow, e revivi minha infância. Sei que conversa vai conversa vem, ai vem os TOP assuntos que gira na mesa: estudo, passado, futuro financeiro, pretérito-imperfeito, passado recente, pretérito-mais-que-perfeito, passado além do passado. E era legal ouvir tudo aquilo que dar pra perceber quando o pessoal tá chegando no seu estado "cantando garçom, de Reginaldo Rossi." Dar pra reparar pelas idas ao banheiro, os gesto pra encher o copo, as sonolência na cadeira, as mexidas e quedas do celular, et cetera. São coisas glupe, ou bestas, mas que são engraçadas, sei que a noite não foi alcoholica mas valeu a pena por tanta nóia, muito, tipo, pra caralho mesmo, né pouca não, foi pencas e pencas mesmo de verdade. Não morram.

Bye guys, and fuck around.

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