quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Na larica do Natal.

Natal, o meu particularmente, pode ser resumido em bebida, 1 quilo de linguiça TWD (porque acho que era feita com carne de zumbi), e um bagulho de côco ai, que, ó meus irmãos, foi o "breguelho" de côco mais "\m/" que já comi. Enfim, "leriuip".
A confraternização aconteceu lá em casa, tava familía reunida, amigos, e vizinhos poita também, mas isso a confraternização que foi feita pela minha mãe. A minha começou a tarde, fui comprar lá os ingredientes pra fazer o meu natal feliz (1kg de linguiça da mais barata e 2 fardos de cerveja) e fui feliz e saltitante pra casa. Ainda houve um episódio, muito legal mesmo, emoção de verdade, que eu fui colocar créditos no meu celular pra mandar um feliz natal pra negada e ser poser né, ai eu, no auge da velhice, coloquei 26 dollares de créditos no número de celular errado, tudo poque confundi um número. Por isso sou a favor de que volte para aquele tempo que se comprava os cartões de tal operadora para colocar crédito. Enfim, amaldiçoe a pessoa que receber meus créditos e fiquei mais feliz. Pois é, voltando, quando cheguei em casa, na companhia do Super Choque, foi quando me toquei do quanto a linguiça era feia cara, tanto pelo formato, como pelo jeito dela com a cor vermelha-azulada com uns traços roxo, tudo que aparecia na minha cabeça ao ver aquilo era: carne de zumbi, só pode. Então, resolvi não julgar pela a aparência e deixei lá na churrasqueira. Mas com o tempo que ia passando, aquele caralho ia ficando mais feio ainda, ia atrofiando, sei lá, coisa do Belzebu, só pode. Depois de 1 hora, isso mesmo, "UMÔRA" assando lá (e ainda tava meio crua), foi que fui saber se aquilo prestava ou eu jogava pro cachorro da vizinha, enfim, o adjetivo que achei pra aquilo foi: comestível. Logo apareceu a galera e detonou aquilo e já tava quase passando da meia noite e PÁ! Apareceu uma festa pra ir, vou te contar, que festa mais malenque essa.
Tipo, a festa tinha tudo pra ser aquelas fudidonas, e tudo mais, quase American Pie Style, mas não tinha nenhuma música truando, nem de celular da pirangagem cara, e tudo morgado, e uma galera lá que dava parecer que era cult. No entanto, a "festa" se resumiu em uma só coisa: côco. Quando deu 2 horas da madruga, eu parecia que tava numa larica da porra, e nem uso essas coisas naturais, nem químicas, porque odeio biologia e química, enfim, cara, quando a dona da festa deu uma tigela com um doce/mousse/patê/torta/et ceteta/sei lá o que era de côco, caralho, meus 4 olhos brilharam, e o Super Choque lá detonando a tigela também, enquanto tinha uma pagância de pau no outro cômodo (não era sexo), sei que detonamos todo o doce/mousse/patê/torta/et ceteta/sei lá o que era de côco e pronto, acho que tinha algo mais naquilo porque eu fiquei brisado depois, quase do mesmo jeito que quando fiquei em guaramiranga depois de comer os biscoito que tinha pela a vibe de lá. A brisa era tanta que eu olhava lá pra baixo do prédio e pensava, "será que meu óculos quebra se cair daqui?" e eu tava no 10° andar, e sentava e olhava a galera pagando mais pau pra dona da festa, pagaram tanto pau que dava pra construir um vilarejo de madeira, ai eles olhavam pra minha cara e do Super Choque que tava no meu lado e eu só falava "bátima me sauva." Nem lembro mais o que eu tava conversando naquela noite, mas tenho certeza que chamei o batman alguma vezes. Depois de muito chorar, e muito blá blá blá besta naquela laje, fomos embora.
Na manhã seguinte, parecia que tinha quebrado umas 4 cadeiras nas minhas costas, martelado meus braços e gritado no meu ouvido a noite toda, fora que ainda caguei umas 15 cocadas depois do estrago da noite passado. E foi ai que eu tive certeza de uma coisa, tenho que comprar um bate-sinau.

Bys guys, and fuck around.

2 comentários:

  1. nunca me chame pra passar o natal com você, tá? <3 nem provar da sua linguiça. KK

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  2. pronto, coloquei meu nome. satisfeito?

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