Nessa última sexta-feira, eu provei, fumei, tomei, deixei, assinei, viajei, peguei, sofri, iludi, fugi, assumi, fui e voltei, afirmei e menti que esse show do Vespas Mandarinas foi muito do caralho. Tá sendo "meu novo Ecos Falsos". Nesse show pirei como fosse fã da banda há mais de anos, com direito a se meter em roda punk e dar mosh, e cantar no palco com galera da banda e derivados. Além de ficar ~bem legal/gente da gente~ junto com Nó Rangel. Ainda teve 2° round no Dracon del Mares e estourando a Bexiga. E toda essa vibe foi só na sexta, que poderia detalhar mais aqui, se meu anti-vírus não tivesse feito uma varredura na manhã de sábado no meu cerebelo.
Sábado, o que tudo tava parecendo que ia ficar em casa e terminar de assistir todas as temporadas de A Hora da Aventura mas NOP1! A wild Zedd Soty, Lets go Kabelim, Runaway appears e fomos para o Bar Vintage do Vinil, que por sinal tá virando um point. Foi uma noite ao ritmo, de Raul Seixas, Raça Negra, Diana, Moacyr Frando, Led Zeplin, Zunim Zoião, Janis Joplin, e a Talita. Um ponto interessante é que ninguém sabe de onde surgiu esse nome, mas ele percorreu durante toda a noite. Não teve esfirras, sucos de abacaxi, nem fichas pra brincar nos brinquedos do habbib's que dessem jeito de lembrar de onde surgiu esse nome. Talita... quem é Talita? Quem agorou o nome dela? Veio do além? A Diana cantou "meus parabéns agora" e no final falou "é pique, é pique.. TALITA! TALITA!"??? Isso ninguém saberá, mas o que importa é o que importa. E a vida é curta demais pra você que "só tem olho".
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